18 de Maio de 2013

Estudo australiano indica: mais velocidade pode significar vias mais seguras

Por - Mike Spinelli - 08 fev, 2011 - 10:19

62 Comentários



Uma nova pesquisa feita na Austrália, a terra do Mad Max, diz que encorajar os motoristas a correr e remover os limites de velocidade pode tornar as rodovias mais seguras. Os pés de chumbo, sob o efeito da adrenalina, aparentemente têm uma redução significativa em seu tempo de reação e uma melhor percepção dos riscos. Sei…

O objeto do estudo, realizado pelo Highroad Automotive Research (HRAR) da Austrália, é descobrir como a adrenalina afeta os tempos de reação dos motoristas. O estudo revelou que a elevada percepção do perigo daqueles que dirigem em alta velocidade aciona uma reação de endocrinas no cérebro que aumenta a atenção do motorista aos objetos ao redor do veículo. Até mesmo melhoras relativamente pequenas podem resultar em melhoras substanciais na acuidade espacial e no tempo de resposta, segundo o estudo. Em outras palavras, a reação humana de “fugir ou lutar” é a melhor amiga do motorista.

A equipe de pesquisadores diz que a análise dos dados revelou que um aumento significativo nos limites de velocidade em áreas urbanas poderia reduzir o número de ferimentos graves e fatais no trânsito em mais de 80%. O HRAR recomenda um aumento de 20 km/h nos limites de velocidade na Austrália. Mais que isso, a organização sugere um sistema de pontos e multas por dirigir em menor velocidade, aliado a cursos de treinamento obrigatórios.

Mas será que uma mudança tão radical daria certo em países como o Brasil, onde os testes de direção dão mais ênfase a balizas do que ao controle do carro propriamente dito, onde as leis de trânsito são uma fonte de renda para o governo e as prefeituras e onde a habilitação é muito mais uma questão de poder pagar do que conseguir passar? A resposta é fácil: sem cultura e novos hábitos, não.


62 respostas para “Estudo australiano indica: mais velocidade pode significar vias mais seguras”

  1. ERick34 disse:

    Faz muito sentido… Devagarzinho a pessoa se sente mais segura, relaxa…
    Uma vez li uma pesquisa que dizia que a maioria dos acidentes acontecem quando se está mais próximo de casa, em lugares mais conhecidos pelo motorista e justamente por se sentir mais seguro e acostumado que as pessoas se distraem mais… Sem falar no atual nível de conforto e entretenimento dentro dos carros.

  2. Cubajr disse:

    Até acredito que possa ter fundamento,mas realmente é necessário,que haja verdadeiras aulas de direção,com enfase no controle automotivo.

    Agora me supreende ser um estudo australiano,pq apesar de tantos carros dos sonhos,as estradas deles são cheias de radares e os policias dão em cima até da sombra.Apesar de existirem áreas desérticas onde as Ute's se libertam.

  3. Ligeirinho disse:

    Depende muito. Alta velocidade não significa mais segurança. Atenção sim. Você pode estar a 20 km/h ou a 200 km/h. Sem atenção, sem chance.

    Como dito, educar o motorista já é um excelente começo. A cultura nossa está meio perdida. É questão de mudar de uma vez.

  4. Tiago Ferrs disse:

    Acredito que deve funcionar nos paises aonde as pessoas são educadas no transito.

    Mas será que uma medida destas funcionaria no Brasil? Onde 90% das pessoas não lembram de trocar o óleo, verificar as condições dos pneus, freios e acessórios de segurança.

    Sou completamente a favor de rodovias sem limite de velocidade, onde a faixa da esquerda é a mais rápida e a da direita a mais lenta, assim, quer correr, vai para a esquerda (igual nos USA). Mas todo dia vejo barberagens no transito do tipo:

    - Motoristas que acham que as setas são opcionais
    - Farol amarelo igual a pisa fundo que da tempo
    - Marginais = Pista de corrida. Tanto MotoGP como Rally (rally por causa dos buracos)

    Sou motociclista e fico muito triste pq infelizmente muitos motoqueiros não respeitam as leis de transito (o que prejudica a imagem de quem respeita), e muitos carros também não toleram mais motos andando corretamente (Não são todos).

  5. @HkAbrahao disse:

    O ultimo paragrafo esta excelente! Sem comentarios, disse tudo!

  6. Jean Rodrigo Maciel disse:

    Mas se a alta velocidade se tornar comum no dia a dia não vai funcionar.

    Voce está correndo e presta atenção em radares, em policiais, em outros barbeiros e isso que faz voce ficar ligado.
    Mas se voce naõ tiver preocupaçoes com radares e policiais, a distração vai aparecer, mesmo em altas velocidades.

  7. Paulo_Freire disse:

    O ultimo parágrafo é a mais pura verdade. Digo isso pois quando tirei a carta, nos testes da Auto Escola o instrutor sempre dizia [ñ precisa saber mais que isso, dá p/ passar] sempre que eu pedia p/ ensinar algo maos profundo ou novo. Alguem sabe passar as marchas sem embreagem? Se ñ, nem espere que os instrutores lhe digam. Pior, esculhambam os carros e dizem que a culpa é dos alunos.

    • The xD disse:

      Passar a marcha sem embreagem é fácil, só prestar a atenção na rotação do motor e a velocidade, uma vez tive problemas com a embreagem e saber disso foi extremamente útil para levar o carro na oficina, mas aprendi por conta se depender da auto-escola só saberia usar até a terceira marcha e andar em vias de no máximo 40 km/h, tanto que só comecei a pegar rodovias mais pesadas depois de 1 ano e meio dirigindo.

      • Paulo_Freire disse:

        Melhor que o meu, que queria que eu anda só de 1ª e 2ª a 20 por hora… E ele num ensinou pq "tinah medo de quebrar a caixa". Nem preciso falar mais nada né…

        Agora, na 5ª aula ele me levou p/ longe da Auto Escola e só assim peguei trânsito, andei em avenidas e balizei sem os Bugres. Tb depois disso a gente começou a sair da mesmisse de andar a 20 por hora e de 2ª…

        • The xD disse:

          Também tive a fase dos 20km/h, levei um sermão na terceira aula pq cheguei a 25km/h numa via que o limite era 40km/h. Mas quando a instrutora pegou o carro para levar para a auto escola passou na mesma região andando a 65km/h, ela chutava, colocava o carro em ponto morto, e ia assim, dirigindo da pior maneira possível.

    • KzR disse:

      Na época q fiz Auto Escola, meu instrutor comentou sim sobre mudanças de marcha no tempo e até demonstrou como realizar. Eu eh q n tive coragem de tentar. Ainda.

    • AF1979 disse:

      Também fui vítima do tal lance de só até terceira marcha e 40 km/h de máxima. Fora que o instrutor também era repleto de vícios (deixar o carro em primeira marcha em parada em vez de ponto morto, acender só lanterna em vez de farol baixo à noite, pegar o volante pela parte de dentro em curvas etc.). Realmente é de se perguntar quando é que vão de fato ver o que os instrutores estão fazendo e, mais ainda, reciclá-los para que ensinem melhor os motoristas.

  8. ERick34 disse:

    Hum… faz sentido sim… Certa vez eu vi uma pesquisa que dizia que a maior parte dos acidentes acontecem perto de casa ou em lugares bem conhecidos pelo motorista, justamente por eles "relaxarem" nesses locais. No caso, acho que o aumento da velocidade, acaba aumentando a intenção… mas como o texto diz, só daria certo em alguns lugares e em algumas culturas…
    Porém temos que lembrar, que com velocidades mais altas o numero de acidente pode até abaixar, mas a gravidade dos acidentes aumenta… mais feridos e mortos… Dificil avaliar, acho que só colocando em pratica mesmo…

    • The xD disse:

      Quanto ao número de acidentes e a gravidade acho que vai mais da cultura, aqui no Brasil não daria certo por causa dos 1.0 que não coseguiriam acompanhar o tráfego e pela imprudência dos motoristas, com certeza seria acidente direto, tanto que há muito mais acidentes fatais em nossas rodovias (considerando apenas as em ótimo estado de conservação) que nas autobahns.

      • Paulo_Aralde disse:

        Essa falácia de 1.0 não conseguir acompanhar o trânsito… Qualquer 1.0 chega a 170 km/h hoje em dia, e a aceleração deles é excelente pro tamanho do motor. Um Celta, se bem conduzido, consegue arrancar bem mais rápido que um Golf 1.6 e outros carros idolatrados por aí. Vai tudo de saber como extrair o máximo de cada carro.

  9. GabrielDavid disse:

    Será que as estradas da Australia podiam ser concorrentes das Autobanhs?

  10. Marcello disse:

    Ah..o Brazil Brasileño…aqui infelizmente é uma furia de arrecadar, de multar e penalizar quem PODE PAGAR pra ter o carro em condiçoes e legalizado, que da ate desgosto comprar carro aqui.Qualquer hora nos sairemos da concessionaria e ja teremos uma multa ou seremos presos por possuir um automovel.Agora o que dizer então de nossos dirigentes e afins, que nos cobram multas, inspeções e todo tipo de absurdos , e ELES MESMO NÃO CUMPREM AS LEIS, quando NÃO APLICAM OS RECURSOS ARRECADADOS COM MULTAS, IMPOSTOS E TAXAS no proprio transito, em educação e conservação de nossas vias??Alguem precisa abrir esse cofre misterioso da CET de São Paulo!!!O nosso povo é muito pacato, o brasileiro não sabe mesmo como reivindicar nada!So sabemos pagar e agradecer quando a bomba estoura do nosso lado com outras pessoas e não no nosso colo!Cursos e educação no transito no Brasil??? HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHA!!!!Uma pena!

  11. Mulholland disse:

    APOIADO!!!

    Mas "arrebites" funcionam do mesmo jeito…

    CAMINHONEIROS BRASILEIROS 1 X 0 CIENTISTAS AUSTRALIANOS

    PS: Comecemos uma campanha por Autobahns no Brasil!

    • The xD disse:

      Uma autobahn no Brasil e a população do país já diminui em 50% nos primeiros dias, e após isso só não piora pelos congestionamentos…xD

      • e-Santos disse:

        Veja o lado bom…pelo menos, teríamos 50% menos carros! O que já era um grande avanço!

      • Mulholland disse:

        Não entendi… Seu argumento foi a favor ou contra?

        • The xD disse:

          A ideia de ter uma autobahn brasileira seria boa se não fosse a grande maioria que é imprudente, se o limite é de 110km/h e o povo anda a 160km/h, imagina se liberam algo tipo 200km/h, ia ter gente a 240km/h, os 1.0 não conseguiriam acompanhar, imagino que cheguem no máximo a uns 130km/h como velocidade segura, isso iria causar muito mais acidentes. Infelizmente pelos motoristas imprudentes não é viável uma autobahn.

          • Paulo_Aralde disse:

            Você realmente nunca dirigiu 1.0. Com o meu carro eu ando a 150, 160 km/h tranquilamente, sem trepidação no volante, sem balançar o carro, com total controle e estabilidade. Apenas o giro do motor bate perto dos 6200 rpm, mas a faixa vermelha começa em 6600 rpm. Dirija, aliás, PILOTE um 1.0 antes de afirmar que eles não prestam.

  12. fkas disse:

    Não sei se simplesmente retirar os limites resolveria, mas que uma velocidade mais alta ajuda, isso pode ter certeza. Em baixa velocidade, em estradas simplesmente "boas" (não precisa ser excepcional, só ter um traçado razoável e estar bem conservada), a concentração se esvai, a tendência é ficar distraido e sonolento.
    A poucos dias, voltando da Bahia para o DF mantendo velocidades entre 120 e 130 Km/h (numa viagem mais di que tranquila!), conversava com minha mulher exatamente sobre isto e resolvi mostrar a ela o que era viajar do jeito que nossos "sábios" recomendam, e baixei a velocidade para os 80Km/h. Ela olhou, avaliou, e em menos de 10 segundos pediu para eu voltar aos 130 Km/h. Simplesmente não dá.
    Mas como aqui nossos governantes nos tratam como débeis mentais…

  13. PumaGTO disse:

    uma coisa que eu não entendi é: Tudo bem, o tempo de reação aumenta, mas desde que seja menor que o tempo NECESSÁRIO de reação. Quanto mais rápido você vai, menor o tempo que tem para reagir a qualquer coisa. A partir de um certo ponto, fica humanamente impossível fazer alguma coisa se algo der errado.

    Agora tendo dito isso… Que é isso que tem na água da Austrália que tudo lá é mais louco (e divertido) que o normal? Tenho minhas dúvidas quanto a esse plano aí funcionar, mas se der certo e a Austrália criar suas "Autobahns", é a desculpa que faltava para eu me mudar pra lá.

  14. @hmcavalhieri disse:

    No brasil? Vejamos:
    46% dos carros novos vendidos são1.0.

    A maioria (se não todos) estes modelos tem sua engenharia voltada para a redução de custos, não para controle preciso do veículo e segurança.

    Bom, vamos lá. Coloque um carro popular, com 4 pessoas dentro, sem ABS, e tente pará-lo a 140km/h… com sorte você conseguirá. Com sorte.

    O problema brasileiro não é a legislação de velocidade. É a tributária. No brasil temos a aberração do carro 1.0 devido à tributação, não ao que o mercado consumidor ou às montadoras acham ideal. Que sentido faz tributar sistemas de segurança como freios ABS, Air Bags, ou capacetes e outros equipamentos para motociclistas? Esses produtos deveria ter carga tributária ZERO. E não deveria haver nenhum benefício tributário para o carro 1.0, aí as montadoras poderiam usar motores 1.4, 1.3, 1.2 que sejam, muito melhores adaptados à necessidade do cliente e, na maioria das vezes, mais econômicos!!!

    • AF1979 disse:

      De fato, está na hora de se mudar a maneira de tributar os carros no país. Se passassem a dar menores impostos aos carros que ao mesmo tempo consomem e poluem menos, em dois tempos veríamos modelos 1.0 subdimensionados desaparecer, pois até mesmo um carro com motor maior (e mais econômico e menos poluente) poderia ter menor alíquota que um 1.0 que se ferrasse em testes de economia e poluição.
      A cilindrada em si não é um problema, vide as boas potências que um motor TwinAir 0.9 da Fiat consegue mesmo aspirado. Problema é onde esse motor vai ser aplicado e se esse motor foi pensado para de fato economizar combustível e poluir menos.

      • Patrick disse:

        Vocês dois falaram tudo!!! os caras do governo querem empurrar goela abaixo essas porcarias de air bags com a desculpa de que a conta dos hospitais públicos irá diminuir por causa dos acidentes e ao mesmo tempo incentivam a produção dessas latas de lixo ambulantes sem segurança que temos aqui…

  15. @hmcavalhieri disse:

    Só complementando, uma revisão do sistema de tributação para motores (sem diferenciar cilindrada), e itens de segurança (imposto zero para freios ABS, freios a disco traseiros, freios a disco e capacetes para motos), faria por nossos carros o mesmo que a abertura do mercado fez quase 20 anos atrás.

  16. Pisca disse:

    Os australianos chegaram a uma conclusão q os alemães já põem em prática a anos.

    Eu msm qnd viajo a 150 km/h presto MUITO mais atenção doq qnd viajo a 100km/h.

    Até msm o volume do som é diminuído p/ poder me concentrar mais no volante.

    E garanto q dirijo mto melhor em altas velocidades.

  17. James disse:

    Gente, só não sonhem com essa lei no Brasil!

  18. e-Santos disse:

    É…nem daqui a cem anos, essa "regra" funcionaria aqui no Brasil. Se nas vias de 80km/h, tem quem ande a 50km/h e não te deixa seguir…imagine se fosse liberada. Primeiro, tem que se investir em transporte público de qualidade. PQ o governo não investe em trens-balas? Brasília-SP, Brasília-RIO, RIO-SP? Interligando as principais capitais?
    Se já pra começar, o transporte público é aquela coisa. Paga-se caro pra não ter nem dignidade. Pra andar expremido, cheirando o suvaco dos outros…E por aí vai…

    A solução é:

    1º – Educação
    2º – Investimento
    3º – Vergonha na cara dos nossos governantes

  19. @_Glaukin disse:

    Vamos admitir uma coisa: Quanto tempos carro e pista o bastante, saimos do limite de velocidade fácilmente.

    Minha mãe mesmo, com um Palio 1.0 98 atingia 140km/h nas retas da Dutra quando sabia que não tinha fiscalização eletrônica.
    Foi só ela dirigir aos 60km/h na serra de São Lourenço e não conseguir reagir adequadamente a uma carreta que vinha no sentido oposto e capotamos.

    O que poderia ser feito é criar faixas exclusivas para maior velocidade em vias que permitam que se chegue ao limite com segurança. E também conscientizar o povo sobre o fato da faixa da direita ser a faixa-lenta (coisa que muita gente hoje esquece, pelo visto).

  20. vini_c_a disse:

    Se o problema fosse a velocidade não existiriam corridas de automobilismo, o problema são os motoristas e pedestres despreparados.

  21. Crazy_finnish disse:

    Dá até raiva ler um post desses! O que separa o Brasil da Austrália não são 2 oceanos, mas sim um universo de abuso contra nós, motoristas, por parte do governo.

    O brado dos heróis da estrada (mesmo que de ficção) um dia será ouvido! Viva Kowalski!!
    Viva Pato de Borracha!!

  22. Adalberto disse:

    Gostaria de colocar uma informação aqui, que toda a imprensa apregoa, mas esta totalmente equivocada.
    Vou falar do que sei: Inglaterra. Ao contrario do que muitos pensam o exame de condução é nos mesmos moldes do Brasil, onde você anda num determinado percurso, a baixa velocidade, e tem que fazer as manobras pré-determinadas. As auto-escolas ensinam somente o que se precisa pra passar no teste. Fiz o exame, mesmo com a experiência de 15 anos ao volante, é extremamente estressante e ridículo.
    Tenho amigos que o fizeram na Itália, Portugal e Espanha, e a coisa não muda muito de figura.
    O que faz, por aqui, um motorista melhor é a fiscalização. A policia tem poder de autuar ou não o infrator, cabendo a ele a responsabilidade de julgar se a infração é grave ou não. Exemplo, o limite de velocidade nas auto-estradas inglesas é de 70 mph. Se você for pego a uns 85 mph, com pista vazia e bom trafego, dificilmente a policia vai pará-lo. Agora se o transito a frente estiver lento, e você ficar “empurrando” o carro pra lhe dar passagem, ai sim, a infração se torna grave.

  23. barneybr disse:

    Ainda esses dias estive lendo sobre radares, e sobre os principais motivos para os acidentes.

    O principal deles, não é nem a velocidade alta (ficou em 3º lugar na notícia que li, de 2007 se não me engano). Na maior parte das vezes, o acidente ocorre pelo fato de o motorista não dar a distância de segurança para o carro da frente. E isso não é difícil de ver no dia-a-dia, aqueles engraçadinhos que colam no carro da frente pra só então dar luz alta, ou colam simplesmente por prazer, pq se você muda de faixa, eles vem junto (já aconteceu comigo, e eu precisei pisar no freio… conseguem imaginar, que o cara de trás quase bateu, né?).

    Enfim… imaginem isso a 140 km/h? Numa via lotada de carros, ônibus e caminhões (me baseio em Brasília, onde se você mora em uma cidade satélite, você precisa pegar rodovias #meucaso). Enfim…

    Ao contrário disso, eu votaria por mais campanhas educacionais (o próprio Jalopnik poderia lançar algumas, sobre educação no trânsito e tudo o mais), por mais fiscalização e por mais conscientização.

  24. Chewbacca disse:

    1- Não dá prá comparar um país civilizado com o nosso Brasil.
    2- Educação só funcionará a partir da próxima geração, desde que ela seja educada AGORA! Para os que já dirigem só a PUNIÇÃO ameniza a situação.

  25. Mulholland disse:

    Alguém dê uma medalha para esse homem.

  26. Mulholland disse:

    Não teve um post aqui, em que um estudo demonstrou que se os sinais de trânsito de um determinado cruzamento na cidade de Istambul, eu acho, estragassem, o trânsito melhoraria?

    • Brazuca disse:

      Tanto é que arrancaram os semáforos de boa parte da Índia. Lá os cruzamentos são assim: o motorista pára, não vê ninguém, senta a mão na buzina e avança, sem medo algum. Os outros que parem.

  27. Gabriel Cunha disse:

    Estudo patrocinado/conduzido pelo cientista Jeremy Clarkson, faltou dizer na matéria.

  28. Jean Rodrigo Maciel disse:

    SOU SEU FÃ!!!!

    AF1979 para presidente!!!!

  29. Filipe disse:

    num país onde motorista nao sai da pista da esquerda mesmo quando tem algm atras dando seta e luz alta pedindo passagem nao tem como liberar a velocidade ….
    primero tem q evolui o povo brasileiro depois as estradas e etc …
    e outro detalhe é o faturamento absurdo que o governo tem com multas de radares … aqui em Curitiba ( a capital dos radares) sao milhares de multas por dia o negocio eh uma fabrica de dinheiro pra prefeitura

  30. Eduardo Cl disse:

    MAs na Auistrália TODOS estão bebados, então pra que limite de velocidade ? Todo mundo sabe que os melhores motoristas são os bebados

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  42. Paulo_Aralde disse:

    AF1979 para presidente [2]

  43. AF1979 disse:

    Do jeito que os motoristas brasileiros amam se arrastar no trânsito (mesmo sem radar), a arrecadação dispararia se fosse aplicada multa a quem não respeita a velocidade mínima de uma via (que é sempre metade da máxima).

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