Segundo a revista britânica Auto Express, a BMW está prestes a quebrar uma de suas tradições ao programar seu carro de tração dianteira para ser apresentado no Salão de Paris. Ele deve se chamar Série 1 GT, e será baseado na plataforma do MINI.
Contudo, a ideia da BMW é fazer algo mais barato – na compra e na manutenção – que um Mini. A informação vem de Klaus Draeger, um membro do conselho da BMW e chefe de compras e suprimentos. “Definitivamente teremos um BMW de tração dianteira. Temos muita experiência nisso. Sabemos como fazer o carro contornar precisamente as curvas, como ajustar a direção para que não haja esterçamento excessivo pelo torque”. Quando questionado sobre o lançamento em Paris, Draeger respondeu: “não vou te contradizer!” (adoramos o entusiasmo bávaro).
A revista britânica afirma que a diferença entre o BMW e o MINI é que o Série 1 terá caixa manual de seis marchas ou automática de oito, enquanto o MINI usará apenas transmissões de seis marchas. A BMW também planeja versões híbridas e elétricas do Série 1 de tração dianteira, mas nenhuma estará disponível no lançamento do carro no ano que vem.








BMW com tração dianteira??
Run to the hils
só complementando minha total ignorancia.
é o PRIMEIRO BMW SÓ com opção de tração DIANTEIRA.
existem outros BMW com tração dianteira, porem tem opção de tração traseira também.
Os BMW 116i, 118i, X1, 320i… São todos tração traseira. Alguns modelos até tem a opção de tração integral (xDrive), mas dianteira nunca existiu.
Talvez seja isso que ele quis dizer… quero crer que seja isso…
<img height="500" src="http://sd.keepcalm-o-matic.co.uk/i/keep-calm-and-run-to-the-hills-1.png">
Aliás, dá para correr para as colinas e ficar seguro, pois carro de tração dianteira não se dá muito bem em subidas escorregadias. Já um BMW de tração traseira tem mais condições de não ficar parado patinando.
Corinthians ganhando libertadores, BMW lançando carro com traçao dianteira, estamos em 2012 mesmo.
Micharia! Só falta criar um M1 de tração dianteira… BMW tá perdendo o respeito…
É o poder do dinheiro fazendo com que tradições sejam abandonadas… Mas sinceramente, não vejo nada de errado nisso.
Todos querem todas as fatias do mercado, da muito dinheiro um carrinho assim, mas eu não gosto, não gosto mesmo.
Que usem a MINI para ganhar fatias de mercado. Deixem as BMW intocaveis com a direção perfeita…
O grande problema foi o erro crasso de terem transformado Mini de produto em uma marca inteira, gerando limitações muito maiores que as de uma divisão normal que possui parâmetros menos estritos. Não dá para imaginar um carro do tamanho de um Golf ou Astra com a marca Mini, mas daria para imaginá-lo perfeitamente sendo Austin ou Morris.
Belo ponto, será que a BMW, por ter comprado os direitos da MINI tambem poderia usar o Austin ou a Morris para fazer carros com caracteristicas diferentes ?
Pelo que vi, os direitos das marcas Austin e Morris pertenceram à Rover que a BMW vendeu. Como a Rover faliu, a Nanjing Auto comprou da massa falida o direito desses dois nomes. Como a Nanjing faliu e foi comprada pela SAIC, essa marca chinesa é a detentora dos direitos intelectuais. Porém, como se pode ver, o erro foi da BMW no passado, que ao se livrar da Rover quis ficar só com o Mini, mas sem ficar com alguma das marcas sob o qual ele foi vendido em sua história.
O nome Austin estava descontinuado desde 1987, enquanto Morris não existia desde 1984. Porém, nada impede que uma marca seja revivida de maneira bem-sucedida, vide a própria Audi ressurgindo das cinzas nos anos 1960. A burrice mesmo foi da BMW de não ter adquirido os direitos de uma marca junto com os de seu carro mais icônico. E nessa, vemos forçadas de barra como o Countryman que, se existisse uma Austin ou Morris sob domínio da BMW, poderia ser feito da maneira adequada e sem parecer um Mini estufado, uma vez que seria um carro da marca Austin ou Morris, não um carro da marca Mini.
http://jalopnik.com/5930015/famous-spaceships-and…
Podemos ter essa matéria?
É assim que se quebra uma grande empresa, esquecendo seus principios basicos, querendo atingir mais pessoas, mas esqueçem das antigas. Vejam por exemplo a Alfa Romeo, quando começou a fabircar carros FF foi o fim da empresa que hoje é um sombra do que já foi no passado
Carros de tração dianteira ela até fabricava antes do 164, mas eram esquisitos o suficiente para serem diferenciados do resto da multidão, como comprova o motor boxer dianteiro:
<img width="550" src="http://alfasud.alfisti.net/querschnitt.jpg">
<img width="550" src="http://www.fotosbonitas.com.br/wp-content/uploads/2012/04/alfa-romeo-alfasud-06.jpg">
<img src="http://www.carphotogallery.com/wp-content/uploads/2011/12/954a8_Alfa_Romeo_33_5445121594_d1a4e200f0.jpg">
<img width="550" src="http://www.alfisti.ru/146/box.jpg">
Caso conciliassem essa configuração com uma tração traseira (podendo até ser por transeixo, como no 75, que caía no convencional ao usar motor de quatro cilindros em linha), teríamos um "GT 86" muito antes de Toyota e Subaru terem essa ideia (nunca esquecendo que a Alfa chegou a ter variação de válvulas muito antes da Honda, mas sem a mesma competência e inquebrabilidade). Porém, a Alfa quis ser mais uma marca que faz mais uma série de carros com motor dianteiro em linha ou em V transversal com tração dianteira e no máximo tração integral derivada de dianteira. E isso muitas outras marcas sabem fazer, em boa parte dos casos melhor do que a Alfa.
Que horror esses Alfas 33 de motor boxer… O pior é que esse motor sobreviveu muito tempo, foi até o 145 se não me engano. Essa Alfa 33, feio e ruim, quase foi o prego no caixão da Alfa. Se não fosse D. Fiat…. (que pegou muita coisa da Alfa, mas não esse diabo de motor boxer) E o 164 é um excelente carro, mesmo com tração dianteira.
O problema de ir para a tração dianteira é a perda de argumento que isso gera. O que um BMW de tração dianteira oferecerá que já não é oferecido por um Mini, um Audi A1 ou A3, um Citroën DS3 ou DS4 ou algum outro carro? Com certeza um BMW menor com tração traseira teria um argumento a mais em relação a esses modelos e, se a tração traseira fosse bem acomodada, ninguém iria reclamar de falta de espaço.
Em relação ao motor boxer na Alfa, foi só para mostrar que agarrar-se a coisas que sejam diferentes da média garantem sobrevida boa a uma marca. Nos anos 1970 e 1980, Alfa Romeo era marca de respeito, enquanto a Subaru era desconhecida na maioria do planeta. Porém, a Subaru aferrou-se bem à combinação boxer-tração integral e foi jogando em cima disso.
A Subaru, em sua história, já teve carros com motor em linha transversal dianteiro (vide Vivio que aqui conhecemos, mas também outros em seu passado), mas notou que fora do mercado doméstico japonês eram seus modelos com motor boxer que faziam mais sucesso. Sendo uma marca pequena, o que ela poderia oferecer que gerasse lucratividade e não gerasse comparações com os Corollas e Camrys da vida? Justamente o tal lance mecânico exclusivo. O resultado? Hoje em dia a Subaru é uma marca bem cotada, enquanto a Alfa está com altas possibilidades de se tornar uma Oldsmobile, Pontiac ou Mercury da Fiat.
Tudo bem que temos o recente caso do BRZ e sua tração só traseira, mas ainda assim ele possui o motor boxer. Aqui, no caso, o erro da Subaru foi não ter lutado para fazer um eixo que ficasse mais distante da parede corta-fogo, como a Audi conseguiu em seus carros de plataforma MLP (incluindo aí uma transmissão com o diferencial à frente de tudo). Com isso, há aquele eterno inconveniente de os carros das Plêiades terem um balanção dianteiro. É um erro da Subaru? É, mas está dentro daqueles erros com os quais se pode conviver e que ainda geram esperança de correção.
Erro…. será mesmo um erro, agora, AF? Com a tecnologia e a capacidade de engenharia da Subaru, é bem capaz que o balanço dianteiro continue grande mas "oco" por dentro apenas para continuar a ter o "visual" Subaru. No mais, concordo com você. A Alfa matou uma linha madura de carros excelentes (a Giulia motor dianteiro-tração traseira) pra posicionar bem inicialmente a Alfetta (motor dianteiro, tração traseira com um transeixo problemático) e depois a 33 (tudo à frente) no mercado. Mas a 33 nunca foi um bom carro e sangrou muito a Alfa por ter sido cara de desenhar e vender pouco. Os Alfisti se sentiram desiludidos com as Alfetta e enganados com a 33. Isso é mais que o suficiente para matar o sentimento de fidelidade a uma marca, especialmente uma sempre tão ligada à emoção quanto a Alfa. O lançamento sucessivo de vários carros lindos nas décadas de 90 e 2000 junto a um marketing focado na esportividade histórica da marca fez a Alfa ainda ser desejada por uma parte do mercado, mas todo Alfista reconhece qeu a marca hoje vive do passado, e admite que os Alfas atuais são Fiats mais caprichadinhos. O problema é que a lancia também é isso dentro da Fiat. A Lancia hoje é a Alfa amanhã, se nada for mudado: uma marca com alma morta que cola emblemas em Fiats mais caprichados. Mas a Alfa pelo menos tem a Grande Mamma para sustentá-la. A BMW, dependendo do tamanho da derrapada, só terá a companhia de concorrentes alemães sedentos de sangue para ver o tombo. Sobre os Subarus, sabe que eu ando pensando em um Impreza para daily car justamente por causa da mecânica diferenciada?
Pode ser que sim. Imprezas são carros suficientemente confiáveis para serem usados no dia a dia. Em relação aos balanções da Subaru, se ela tivesse se esforçado para contê-los (como a Audi fez com a plataforma MLP), teria hoje uma transmissão prontinha para equipar o BRZ e o diferenciar do GT-86. Não conseguiu fazer isso justamente porque suas transmissões de tração integral têm o diferencial dianteiro muito para trás de onde deveria ficar para que desse direitinho no posicionamento de eixo do BRZ.
Além disso, balanço dianteiro menor e motor mais recuado permitem melhor distribuição de peso, frente menos pesada e outras boas características autoentusiastas que só agregariam a uma marca já autoentusiasta como a Subaru. E para o leigo, um balanço dianteiro menor também torna o carro menos susceptível a raspar a frente em valetas. Acrescente-se aí o fato de que os Subarus teriam um acréscimo de espaço interno sem adicionar comprimento extra. Com isso, agradariam ainda mais tanto a entusiastas como leigos.
Quando a Alfa Romeo passou a usar tração dianteira ela simplesmente cuspiu no seu passado. Contanto que a BMW continua a fazer carros tração traseira não há problema nenhum em fazer carros tração dianteira. Se o Mini é divertido, pq um BMW bem feito e com tração dianteira não pode ser?
"Temos muita experiência nisso. Sabemos como fazer o carro contornar precisamente as curvas, como ajustar a direção para que não haja esterçamento excessivo pelo torque"
Existem umas versões esportivas de um tal Focus na Europa que tem uma filosofia bem parecida. Mas enfim, desde que não façam um série 3 (ou maior) com tração dianteira, não vejo problemas.
A Audi tem bons compactos de tração dianteira sem assassinar com isso a filosofia de seus sedans grandes.
O difícil é ter fé no consumidor moderno como um mantenedor dos devidos nichos tradicionais, sem transformar inovações em um caminho sem volta da extinção de todo o tradicionalismo que gostamos.
A Audi sempre teve carros de tração dianteira, adotando a integral só em tempos mais recentes:
<img width="550" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/53/Audi_Front_UW_220_exhibited_at_Autostadt_in_Wolfsburg.JPG/800px-Audi_Front_UW_220_exhibited_at_Autostadt_in_Wolfsburg.JPG">
<img width="550" src="http://www.zdjecia.biz.pl/zdjecia/duze/audi-f103.jpeg">
A filosofia da Audi tem a tração dianteira bem clara, tendo sido a integral apenas uma adição. Para eles, a tração traseira é que é a esquisita.
Sim sim André, apenas ressaltei que essa adoção de tração dianteira nos modelos compactos da BMW não significa necessariamente deteriorar o cuidado dado aos produtos de linha superior, nem que a dirigibilidade seja equivalente a de um FWD qualquer. Prova são justamente os produtos da Audi, que nunca foram considerados "inferiores" aos dos outros dois concorrentes por conta disso.
Heresia.
Se não me engano a propria BMW divulgou algum tempo atras que a grande maioria dos donos do Série 1 atual não sabem que o carro tem tração traseira.. na verdade a maioria nem deve saber a diferença..
Para a BMW vsi ser um veiculo novo que pode vir a vender bem $$$
Para os clientes (maioria) vai ser um BMW, com status de BMW
e para os puristas … mimimimimi
BMW de tração dianteira é bem melhor do que Porsche, Lamborghini e Ferrari SUV de luxo.. Pense nisso
E deve dar dinheiro pra montadora investir em coisas legais ( ///M )
Dizer que a grande maioria dos donos de BMW Série 1 não sabem que o carro tem tração traseira é o mesmo que dizer que a maioria dos donos de Golf não sabe que o carro tem tração dianteira. A maioria das pessoas não sabe qual o eixo que traciona o carro e sequer entende por que em alguns a frente levanta e em outros a traseira abaixa em arrancadas. Se falarem para essas pessoas que os carros são a jato (portanto nenhuma tração nas rodas e o movimento vindo diretamente do empuxo do motor, irão acreditar piamente.
E quem garante que esse novo BMW será sucesso? Pode cair no mesmo limbo que a Mercedes caiu com os Classes A e B. Não esqueçamos que o público não é tão burro quanto se supõe que seja, conforme comprovam os fracassos das engenharias de emblema, mesmo que com diferenças mais extensas.
O grande risco é a BMW sair dessa irremediavelmente manchada, como irá sair.
Concordo em partes. Mas o argumento do Castilho17 foi bem posicionado quando comparou com o Audi Série 1, e já que a plataforma é da Mini, então o carro provavelmente irá competir na mesma categoria. E, particularmente, não acho que a Audi ter um carro tração dianteiro seja ruim para a imagem dela. Da mesma forma, não acho que será com a BMW. O problema da MB Classe A era mais uma questão de design, e não de mecânica
Para a Audi não é problema ter carro de tração dianteira, pois tal tração faz parte da gênese histórica da marca (Front nos anos 1930, F103 no renascimento). Já a BMW tem tradição muito estabelecida para ir para o lado negro da Força nesta altura do jogo.
penso isso também, quem quer o status da BMW vai continuar tendo, mesmo com uma tração dianteira.
E quanto aos puristas, principalmente os que comentam no Brasil, poucos podem ser considerados consumidores pela BMW. então pra eles, essa opinião infelizmente não conta.
só acho que ele não pode seguir essa projeção, pois seria cometer o erro da MB com o antigo serie A.
Nada demais, a não ser o fato de não terem mais supostos argumentos positivos na hora de vender um carro com tração traseira.
E nessa, irão perder argumentos inclusive para vender o resto da linha, que se apoia nessa solução.
Na verdade, não é um problema se eles não matarem a atual Serie 1 com tração traseira. Seria bem válido usar essa plataforma de tração dianteira apenas para híbridos/elétricos/GNV.
Só que fazer uma versão M de um desses sim seria uma heresia.
Elétricos de raiz da BMW terão tração traseira (i3) ou integral (i8). Provavelmente um elétrico derivado do 1 GT correrá o risco de ficar naquela história de só poder ser adquirido por leasing.
oh deus =/
Podia ser pior, pelo menos não é uma minivan híbrida fantasiada de fora-de-estrada.
2012……… Só pode ser isso.
Vai ser o Classe A da BMW. Sinceramente, em modelos com potência inferior a 150 cv é até melhor que sejam de tração dianteira.
Lamenta-se a quebra da tradição, ok. Mas eu faria o mesmo. Com a concorrência ganhando participação no mercado com modelos mais baratos de tração dianteira (a Mercedes tem planos pra toda uma família baseada no Classe A W176) quem ficar agarrado à tradição vai morrer com ela. Vale a pena?
E ainda tem o efeito fidelização: o cara compra um Audi A3, um Mercedes Classe A ou B e logo está desejando o A4, admirando o R8, comprando o C180. Existe essa identificação da marca. Quanta gente compra o carro de entrada se torna fã incondicional do "halo car" da marca? E isso funciona.
Pq abaixo de 150cv é melhor? Questão de custo de fabricação/manutenção?
Perda mecânica. O Mercedes C180 das gerações anteriores não é grande coisa por que boa parte da potência vai pra mover o cardã e o diferencial lá no outro lado do carro. Tinha 122 cv no virabrequim, imagine quanto chegava às rodas.
E pelo mesmo motivo o antigo Ka XR (96cv – 930 kg) acelera de zero a 100 em menos tempo que o BMW 120i (150 cv – 1350 kg).
Aí já entram vários fatores de projeto né, motor transversal ou longitudinal, rigidez e torção da carroceria, chassi e transmissão. Mas a lógica se mantém, a tendência é que carros nessa faixa sejam modelos econômicos, logo, não tão bem construídos.
Há carro de menos de 150 cv muito bom com tração traseira:
<img width="550" src="http://www.autoclassicpoa.com.br/fotoscarros/fotoprincipal/Omega%20Gls.jpg">
<img width="550" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Mitsubishi_i_1.jpg">
Apesar da paixão dizer para repudiarmos um BMW FWD, teu comentário é o mais sensato e correto.
Caraca, exatamente.
Aconteceu isso comigo.
Fiquei fã de uma marca ao comprar o carro de entrada.
Perdeu, BMW, perdeu. Era a última coisa que faltava… E, honestamente, falar que a maioria dos compradores de BMW não sabe onde vai a tração é uma desculpa para lá de esfarrapada. Se bem que muitas dondocas avoadas adoram BMW… mAs a fama das BMW que elas adoram vem daqueles que sabem que um BMW só é um BMW se tiver tração traseira.
Ué, e daí que o carrinho terá tração dianteira?!?
Será legal ver um BMW assim. E outra… os caras não são bobos. Pensem como os executivos bávaros:
"PRECISAMOS VENDER"
"PRECISAMOS VENDER MAIS"
"QUEREMOS MAIS VENDAS"
O quê fazer? Lançar um carro de entrada mais barato que o 116 baseado numa plataforma de sucesso já existente e colocar uma lata diferente em cima.
Sabe como chamo isso? Projeto BBB – Bom, Bonito e Barato. E ainda aparece pra caramba, como os literais BBB´s da Globo.
Abraços a todos!
ta me parecendo um kia venga.
<img src="http://img.automobile.de/modellbilder/Kia-Venga-25882_1260441949254.jpg">
E isso obviamente gerará o argumento: o que um BMW 1 GT oferece que Venga e Carens já não oferecem? Se oferecesse tração traseira, seria um argumento que o grupo Hyundai/Kia não teria como rebater.
Ninguém mais sabe o que é carro, ninguém mais se importa, qualquer fabricante sabe fazer qualquer coisa. SAAB falindo depois de investir em taxa de compressão variável e turbos de geometria móvel, Volvo perdendo mercado enquanto almeja eliminar as mortes em seus carros por acidentes, Porsche com o maior pedigree da história do gran-turismo tendo que sobreviver com SUVs e sedãs de motor dianteiro. O negócio é fabricar qualquer merda na Coréia e dizer que é um Rolls-Royce na propaganda da novela.
Vida longa e próspera ao Viper, ao Toyobaru, ao Nine-Eleven e aos pequenos ingleses!
Só por curiosidade: quais pequenos ingleses?
Só se for os que ainda fabricam réplicas de Seven e a turma de Atom e cia..
Os Minis alemães de tonelada e meia que se explodam heheh
Pensei nos "sobreviventes de fundo de garagem", tipo Westfield, Morgan, Ariel, Ginetta. Pena que essas ainda estão falindo uma atrás da outra. Lola esses dias, TVR antes e Marcos uns anos atrás…
Cada dia que passa olho com mais carinho os usadinhos…
1) Como havia comentado sobre a perda da essência da Mini, algo completado aqui, o primeiro grande erro da BMW foi querer transformar Mini em divisão, em vez de fazer como era o original, que sempre era um produto de uma marca (Austin, Morris ou Rover). Com isso, garroteou legal as possibilidades de uma divisão de tração dianteira, uma vez que transformar Mini em marca limita legal o que se pode fazer sob esses parâmetros, fora que qualquer saidinha maior desses parâmetros já significará desvirtuamento (vide reclamações sobre um Countryman da vida ser demasiadamente grande para algo com Mini como marca, sendo que na prática é o "EcoSport" do grupo de Munique);
2) Com a limitação causada pela transformação de Mini de nome de produto para uma divisão inteira (não dá para pensar em um carro médio ou médio-grande de uma marca chamada Mini, fora que o estilo que cai bem em algo do tamanho de um Mini já começa a ficar esquisito em coisa pouco maior, como o Countryman), a BMW ficou com um pepino na mão causado pelo erro de estratégia. Alguém aqui duvida que o Mini continuaria a fazer sucesso se, em vez de Mini, sua marca fosse Austin ou Morris? Eu não duvido;
3) Porém, plataformas modernas precisam ser compartilhadas para gerar economia de escala. A BMW já faz isso na divisão principal, como comprovam os fatos de as Séries 1 e 3 usarem a mesma base L7, enquanto as séries 5 e 7 também compartilham muitos componentes. Observe-se que são compartilhamentos classudos, pois estão fielmente dentro da filosofia da marca (tração traseira, distribuição de peso 50-50 e por aí vai);
4) Se a divisão Mini é limitada em si mesma, o compartilhamento dessa base fica prejudicado uma vez que fizeram a burrice de não recriar uma Austin ou Morris para abrigar essa base. Aí resolveram inventar a história de que a BMW precisaria de algo para concorrer com Zafira, C-MAX, C4 Picasso e outras competentes minivans médias. Porém, será mesmo que a BMW precisa de uma minivan, e ainda mais de tração dianteira? Porém, como há marqueteiros que precisam manter seus empregos, lá foram conseguir vender a ideia de que a BMW precisava de um carro de tração dianteira, provavelmente jogando em cima da bobagem que foi transformar Mini de produto em uma marca inteira e jogando com o argumento de que a BMW ficou refém de uma divisão que ela inventou (e isso é uma verdade absoluta);
5) E nessa, esses mesmos marqueteiros que precisam manter seus empregos vieram com esse lance de que donos de Série 1 não sabem que eixo traciona seus carros. Seria interessante ter os dados completos de tal pesquisa para saber que variáveis foram levadas em conta. Tenho cá minhas dúvidas sobre se tal pesquisa foi feita em lugares onde neva, pois neles você é obrigado a saber qual o eixo que seu carro traciona, pois é nele que irá montar as correntes que lhe permitirão seguir andando em piso tão escorregadio;
6) O que vai acontecer? Só o tempo dirá, mas a antevisão permite que tenhamos uma noção do que pode ocorrer. Vide o tanto de grana que a Mercedes jogou fora com as Classes A e B (motores e transmissões exclusivos e que não eram compartilhados com nenhum outro carro, o que inclusive inviabilizou que o chassi-sanduíche, que permitia tração atrás como mostravam alguns protótipos como A38 AMG e B55) e o tamanho da queimada de filme para a Jaguar que foi o X-Type (que teve versão de tração integral derivada de dianteira para tapear e versão de tração dianteira vendida na Europa);
7) O que pode acontecer com a BMW no futuro? Não sabemos, mas há o risco de ela perder toda a aura de encantamento que possui e se tornar uma marca qualquer que só é uma marca qualquer porque não se cuidou bem. E a história mostra diversos exemplos do que o descuido faz e o tamanho do prejuízo que se deve superar por causa dele.
O A38 tem tração integral pq é bimotor. O A de tração traseira é o A32K AMG, que tem o V6 da W203.
http://chansgroupw168.tripod.com/a32k/index.html
Eu acho que o chassi sanduíche foi pensado pra ser plataforma elétrica.
Sim, o A38 era bimotor, mas mostrou que havia a possibilidade de se fazer algo que tracionasse as rodas de trás com o chassi sanduíche, fazendo com que o motor passasse a central-traseiro. Teoricamente seria possível que o A original viesse só com tração traseira usando tal solução:
<img src="http://automaailm.files.wordpress.com/2010/05/img_3535.jpg" width="550">
Motor central-traseiro em carro pequeno não é um absurdo e até o ajuda a ser mais espaçoso e seguro que um carro de mesmo tamanho e o convencional motor dianteiro transversal:
<img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Mitsubishi_i_1.jpg" width="550">
<img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Tata_Nano_.jpg" width="550">">
No caso do B55, foi um protótipo feito por estudantes de mecânica da Mercedes, em que o cardã era o "recheio" do sanduíche, de maneira a que ele não gerasse qualquer protuberância no assoalho.
<img src="http://www.autodescuento.com/blog/wp-content/uploads/2010/12/Mercedes-B55.jpg" width="550">
<img width="550" src="http://www.blogcdn.com/www.autoblog.com/media/2011/01/b-class-630.jpg">
<img src="http://www.automotorblog.com/wp-content/uploads/2010/12/Mercedes-B55-3.jpg" width="550">
Observe-se que tanto A38 AMG quanto B55 são soluções feitas pela própria Mercedes. Tudo bem que o B55 é meio gambiarra, como comprova o motor adiante do eixo dianteiro, uma vez que foi a adaptação de um conjunto motriz a uma plataforma pensada para tração dianteira. Um teórico Classe A ou B de tração traseira em disposição clássica teria esse eixo mais para frente, mas isso de maneira alguma invalidaria a boa solução do chassi-sanduíche, que aliás só teria a ganhar se fosse feita segundo os preceitos da Mercedes até o fatídico lançamento do Classe A.
Mesmo a BMW sabe que daria para fazer carro pequeno com sua marca e tracionando atrás. Se acham que disposição clássica de elementos toma muito espaço, há exemplos de carros de série dela que tracionavam as rodas de trás segundo outra proposta:
<img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/ca/BMW_600_Schnitt.jpg" width="550">
<img src="http://www.mapledesign.ca/bmw/images/700_luxus.jpg" width="550">
E se esses estão muito no passado, a mesma BMW mostrou que podia apresentar soluções que mantivessem a tração atrás e um tamanho compacto:
<img src="http://www.diariomotor.com/imagenes/2010/03/bmw-z13-concept-2.jpg" width="550">
<img src="http://www.bmwblog.com/wp-content/uploads/bmw-e1-photos-4.JPG" width="550">
Mesmo se a BMW tivesse prestado atenção nas soluções que a Motorrad tem para mandar a força via cardã para a roda de trás de suas motos e ainda assim manter tudo bem acomodado, veria que é possível fazer algo bem executado e mantendo a tradição da marca. Aliás, até uma das propostas para suceder o Mini já pensava em tração traseira. Seria só questão de trocar a logotipia para BMW e deixar um espaço entre um subcompacto e um médio-pequeno sem que isso significasse prejuízo ou perda da escadinha, pois seriam extremamente distintos e portadores de um belo espaço interno que fizesse qualquer um esquecer da necessidade de algo do tamanho de um Gol:
<img src="http://www.mwerks.com/gallery/albums//MINI/Concept%20Cars/MINI%20Spiritual%20Concept/003.jpg" width="550">
<img src="http://mwerks.com/gallery/albums/MINI/Concept%20Cars/MINI%20Spiritual%20Concept/005.jpg" width="550">
<img src="http://mwerks.com/gallery/albums/MINI/Concept%20Cars/MINI%20Spiritual%20Concept/004.jpg" width="550">
Em um desenvolvimento de projeto, daria inclusive para ganhar mais espaço no banco traseiro transversalizando-se o motor e mantendo-o em posição central-traseira.
PS: Pelo que vi, o A32K era um veículo projetado por uma preparadora suíça chamada HWA e só reforça ainda mais o argumento de que daria para fazer um Mercedes pequeno de raiz que não conspurcasse os postulados da marca alemã como conspurcou o A original.
Botar o motor atrás junto com o eixo traseiro imediatamente vai lembrar a todos da POrsche. Inclusive a própria Porsche. Já pensou o estrago que uma propaganda com o logo "A imitação é a melhor forma de elogio. Obrigado, BMW." e uma foto do 911 faria na venda dos BMWs, por pelo menos uns dois meses? E as quatro alemãs de prestígio são mestras em alfinetadas assim. Esses carros, devemos lembrar, vendem não apenas bons conjuntos primorosos, mas acima de tudo vendem prestígio e status. E essas alfinetadas acabam com o status de um modelo, pelo menos enquanto as pessoas se lembrarem das propagandas.
Para isso, o "de nada" da BMW poderia usar esta foto de algo com motor central-traseiro que espancou todo e qualquer 911:
<img src="http://www.bmwcoop.com/wp-content/images/2011/09/bmw-m1-1.jpg" width="550">
Porém, temos de lembrar que, se a BMW usasse motor central-traseiro transversal, seria algo que a Porsche nunca teve, uma vez que só teve central-traseiro longitudinal (550, 914, Boxster, Carrera GT) e traseiro-traseiro (911), sendo que essa última solução a BMW já usou em seu passado (Isetta, 600, 700), não havendo por que a Porsche dizer hoje que a imitação é a melhor forma de elogio, uma vez que presente na história da marca de Munique.
O M1 é mesmo lindo. Mas sobre o posicionamento dos motores, pra efeitos publicitários o paralelo de "motor lá atrás" é bem válido. Até porque a Porsche faz carros assim até hoje (e o ícone dela sempre teve "motor lá atrás"), e a BMW (nessa nossa disputa hipotética de publicidade) teria que recorrer a um carro de mais de trinta anos.
Se estamos no "sempre foi assim", então por que raios a BMW não continua com motor dianteiro e tração traseira, uma vez que sempre foi assim? Ela precisa mesmo tão desesperadamente de algo que tracione as rodas da frente sob pena de a harmonia espaço-tempo ser rompida e um buraco negro abrir-se e engolir todo o planeta?
Meu ponto (e acho que de todo mundo aqui…) desde o começo…
OU então eles acertam na "aposta do logotipo" deles: Vão vender carros de tração dianteira bons como o Focus e com preço parecido, mas que as pessoas que nunca antes tinham pensado em ter uma BMW vão pensar: "hmmmm é uma BMW! E EU POSSO COMPRAR!!!" com motores menos potentes que os de tração traseira e desempenho marginalmente inferior. E de repente, não mais que de repente, eles vão ter um grande aumento na sua base de consumidores loucos pra consumir os "BMW rápidos de verdade" de tração traseira e mais caros. Isso significa realmente tirar de linha versões mais baratas de tração traseira. Mas, na real, pra isso acontecer o carro novo de tração dianteira tem que ser no mínimo deslumbrante por um preço de Focus na Europa para vingar e realizar isso. Um Jesus Christ Superstar dos carros, e todo mundo sabe que poucos desses nascem a cada geração… Se a BMW oferecer esse carrinho aí da foto, será um tiro no pé.
Pronto, acabei de resolver o problema do argumento. Basta fazer a campanha publicitária.
"A BMW faz carros rápidos. E carros rápidos DE VERDADE.
[FOTO DOS CARROS DA DIVISÂO M]
"Tração traseira. Para carros rápidos de verdade."
E por que a BMW criaria duas castas? É isso que fica soando: "sou pobre e não mereço BMW de tração traseira, por isso eles acham que tenho de consumir um carro dessa marca com tração dianteira". E aí ficará a demanda reprimida do "quero um carro de tração traseira que tenha tamanho reduzido, bom espaço interno e não tenha preço na estratosfera". Se de repente uma Mitsubishi faz um i de nova geração que não seja MiEV ou a Tata faz um Nano que não seja IDM, fica um argumento a menos para a BMW.
Uai, pra obter o mesmo "efeito Classe A" que a Mercedes conseguiu. O Classe A não era em nada parecido com um Mercedes tradicional. O fato de não ter sido um produto bem-sucedido e não ter vendido bem para o segmento das minivans não afetou em nada as outras linhas Mercedes. A Mercedes apostou nas castas e… ok, perdeu. mas perdeu menos que perderia se esse Classe A fosse mais parecido, tivesse laços mais profundos mesmo, com os outros Mercedes e fosse um fracasso que mostrasse características intrinsecas a um Mercedes tradicional como ruins. Se a BMW quiser se resgaurdar de alguma forma, isso seria um jeito interessante.
E por que não fazer algo inclusivo, com a tração traseira, para que a pessoa sinta-se acolhida pela marca mesmo que não tiver os caraminguás necessários. Com a tração atrás, inclusive daria para compartilhar peças com outros modelos da marca, evitando o erro que foi as Classes A e B terem motores e transmissões exclusivos e não compartilharem praticamente nada com os outros Mercedes estabelecidos.
Caso a Mercedes tivesse pensado no A e no B levando em conta a prateleira, com certeza o preju seria menor, o custo de projeto seria menor e as tradições da marca não seriam arranhadas como foram. E isso porque o chassi-sanduíche permitia que se montasse tração atrás (seja com motor central-traseiro, seja em disposição clássica, com o cardã passando em uma posição que não toma espaço do habitáculo).
Acho que a única chance nisso aí seria algo como um "Toyobaru" da BMW, inclusive na mesma faixa de preço. Um carro com a qualidade BMW, que transpirasse esportividade, que fosse lindo, muito divertido, mas que fosse simples por dentro e não fosse tão caro. Um carro de entusiasta, enfim. A fórmula sempre funcionou:
<img src="http://image.europeancarweb.com/f/15169916+w750+st0/epcp_0903_01_z+1974_alfa_romeo_gtv_2000+front.jpg">
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<img src="http://3.bp.blogspot.com/_PSmCzzD8dN8/TNK-jaBDOqI/AAAAAAAAWCI/t1wNOytT3_Q/s1600/1972_Ford_Escort_Mexico_Mk1_Orange_For_Sale_Rear_Front_resize.jpg">
<img src=http://perso.orange.fr/opelmanta/Mantaa/Luxe2.jpg>
A BMW já teve algo assim:
<img src="http://2.bp.blogspot.com/_9UDz8Dgv1pg/SuR4LWIOpkI/AAAAAAAAFpw/b_ma4QBNnZ0/s400/E30-2+(3).jpg">
Basta olhar pra trás pra acertar à frente.
Meu Deus, a BMW querendo fazer um hatch baratinho de produzir pra poder ganhar muito dinheiropor unidade e eu querendo que ela faça um esportivo caro de produzir e venda baratinho… agora que eu vi oque estou pedindo… deve ser o efeito de remédios pra gripe. Seria bom um mundo em que as empresas ouvissem os clientes de vez em quando em vez de ouvir marqueteiros o tempo todo, né?
Vale lembrar que a BMW sabe fazer hatch baratinho de tração traseira:
<img src="http://world-viewer.com/data_images/bmw-2002-tii-touring/bmw-2002-tii-touring-07.jpg" width="490">
<img src="http://world-viewer.com/data_images/bmw-2002-tii-touring/bmw-2002-tii-touring-01.jpg" width="490">
<img src="http://world-viewer.com/data_images/bmw-2002-tii-touring/bmw-2002-tii-touring-08.jpg" width="490">
O hatch 2002 consegue ser mais simpático ainda que o sedanzinho de duas portas.
Perua e hatch são dois tipos de carroceria nos quais a BMW conseguiu sintetizar bem o estilo marcante de seus sedãs e cupês. Já nos SUVs e crossovers a coisa não ficou tão boa.
"a coisa não ficou tão boa…" MInha opinião é que vc foi muito bonzinho com a BMW agora, hehehe. Dos SUVs ou Crossovers o único que eu acho realmente harmônico é o primeiro X5. Depois, o caldo desandou.
dianteira feia e agora tração dianteira, AAAAAAAAAAH MATEM
OK, depois dessa a BMW acabou oficialmente pra mim…
A BMW pra mim acabou na atual geração de carros, todos horrendos, com exceção da X3 e X5.
Série 1 parece um sedan cortado na marra. Série 3 chega a ser humilhação compará-lo com a geração E36; Série 5 é desengonçado; X6 é um ser estranho, "wanna be" tudo quanto é coisa, mas não coisigo ser nenhum; Serie 5 GT é uma das coisas mais horripilantes que eu já vi na vida (ao vivo é PIOR); X1 é estranho; ah nem BMW…
Engraçado que a Mercedes, que das três era a que eu menos gostava, é a que está fazendo os designs mais senscionais… o novo A é de babar…
Sempre chega o dia em que na vida de um cara ou uma empresa, shit happen;)
Mas a BMW já vinha fazendo muita besteira:
<img width="550" src="http://images.thecarconnection.com/med/2010-bmw-5-series-gt-main630-01_100201011_m.jpg">
<img width="550" src="http://pitstopbrasil.files.wordpress.com/2008/08/x6.jpg">
A que está com dia e hora avisada apenas é mais retumbante por jogar no lixo os postulados da marca (tração traseira, 50-50 de divisão de peso entre os eixos e por aí vai).
O caso da X6 e Série 5 GT é o que ninguém cita aqui, todos defendem: "Dinheiro para investir na ///m" mas vejam, já existe: X1, X3, X5 e X6, além dessa feiura da Série 5 GT, 118i e a Mini. Ainda está faltando dinheiro? Possuem carros no nicho da modinha "SUVs e Crossovers" e compactos.
Agora, que investimento estão fazendo na ///M? X6M? X5M? Acordem, eles realmente querem ganhar dinheiro e não investir na alma esportiva desses carros. A cada ano que passa perde-se um pouco, o V10 da M5 foi embora, o salcisha já parece defasado, V8 aspirado logo dá adeus.
Parece que só a Porsche vem usando o dinheiro arrecadado para manter os esportivos.
Porra, que feio, parece que botaram a M5 em um compactador de carros
Aff,o pessoal já está se precipitando muito,falando que "BMW acabou","R.I.P BMW",mas pessoal,eles estão certos,eles querem aumentar sua gama de produtos,qual é o problema de uma BMW com tração dianteira?é um compacto,então cairia bem a tração dianteira,Tragédia seria se a BMW parasse de fabricar o M3,ou o M5…
Concordo contigo, enquanto as marcas não abondonem seus melhores carros, ta de boa. Porque é com os carros mais baratos que se ganha dinheiro. Pelo menos no Brasil é assim.
No mundo inteiro é assim. Por isso a Ford um dia comprou a Aston Martin e não o contrário.
Blargh, eu posso ter achado exagerado o post sobre o "fim" da divisão M, mas nisso aí eu concordo que a BMW tá falindo, depois de um M5 que colocam som do motor em autofalante em vez de deixar o barulho entrar na cabine naturalmente, e de um Angry Birds como o Serie 1, não me surpreendo com mais nada da BMW….
Em breve eles farão um carro para competir com o Etios usando essa plataforma de tração dianteira. É só esperarmos.
tipo o que a mercedes fez com o classe a – um carro para as massas (que tem mais grana).
É dona BMW, quem diria hein!
Vou apenas colocar essa propaganda. A imagem fala por sí mesma…
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