Minha avó sempre me diz: “O final de uma história nunca é triste. Se ainda há tristeza é porque ainda não está no final.”
Como minha véia sabe das coisas, eu sempre concordo. Não há como ficar triste com uma relação peso x potência de 6,56 kg/cv e com uma divisão de peso entre eixos o mais perto do ideal que um carro nacional de fabricação contínua já chegou. Quem ficou com um sorriso no rosto ao ver o Chevette preto, vai provavelmente cair em lágrimas com esse Chevette Hatch SL ainda melhor.

Nem toda história precisa de um vilão para se tornar interessante. Nem toda história precisa de um caso de amor para ficar mais envolvente. Nem toda história precisa ser uma estória para ser desmistificada. Mas toda história precisa de um pouco de mágica para ficar legal. Na verdade, eu acho a HIstória bem mais interessante do que uma Estória. Nela você cria amizades, estreita vínculos e aprende muito mais que ensina. Se for colocar um carro no meio de todo o conjunto, ao meu ver, aí sim fica ainda mais interessante.
O Chevette Hatch preto do pai de Maurício Trommer não causou certa inveja-branca apenas nos leitores e nesse redator que vos escreve. Olhares de desejo e voltas comedidas fizeram com que o próprio Maurício cobiçasse o Hatch para si, levando-o a comprar um outro exemplar do mesmo ano e modelo para montar algo único para si, com os mesmos princípios, mas de outra cor.
Maurício encontrou este modelo em muito bom estado e com uma boa quantidade de peças e acessórios originais, mas a oferta de um amigo o fez vender o carro antes mesmo de começar a reforma. Ele nem saiu da MJV Garage, pois o novo proprietário encomendou a reforma ali mesmo. O carro foi completamente desmontado, lixado e pintado. As peças mais desgastadas foram substituídas, enquanto as mais conservadas restauradas.
O carro ficou “novo de novo”. Como o novo proprietário queria algo um pouco mais apimentado (talvez boa parte do desejo por algo ardente tenha vindo da impecável pintura vermelha que o exemplar exibe orgulhosamente), um veneno foi encomendado ao inesquecível Iost Riedel, um verdadeiro mago da preparação de motores que infelizmente hoje já não está mais entre nós.
A mágica começou a acontecer nas mãos so Sr. Iost quando o motor 1.4/S foi completamente desmontado e recebeu pistões de Monza combinado com o virabrequim do motor 1,4 l, algo como um 1,5 l. O cabeçote teve as sedes de válvulas retrabalhadas, com dutos polidos, válvulas de maior diâmetro feitas com toda a experiência que um mestre-artesão-automotivo tem para aplicar com muita calma e paciência. Um trabalho de mestre que fez o novo proprietário feliz por algum tempo, mas ele era acostumado a carros mais fortes. O Chevette apresentava-se muito bom e gostava de giros mais altos, mas ficava devendo torque em baixos giros.
O motor foi novamente encaminhado ao mestre a receita foi revista. Pistões e anéis são do Monza (Família II), com bronzinas Mahle, bielas da versão 1,6 l e virabrequim das versões 1,6/S. Todas as partes móveis foram minuciosamente balancedas, inclusive o volante do motor que também foi aliviado para favorecer a subida de giro do agora torcudo hatch. O cabeçote permaneceu o mesmo por apresentar um ótimo fluxo e perfeitamente compatível com nova configuração, apenas um comando SamCams de 280°.

A lubrificação é garantida por uma bomba de óleo Schadek retrabalhada para maior fluxo e pressão. O radiador ganhou algumas colmeias extra para manter a temperatura sempre em ordem, enquanto a alimentação segue com um H34 que tem passado aperto para alimentar o motor 1.8L. A ignição eletrônica também faz parte desse projeto com uma bobina e cabos de vela da Bosch, distribuidor original e velas NGK. O escapamento foi completamente confeccionado com tubos de duas polegadas, alimentado por um coletor do tipo 4×1. Pela pegada do carro e com minuciosos acertos sendo feitos, tanto Maurício quanto o proprietário acreditam que o motor esteja gerando cerca de 120cv, dada a facilidade para arrancar e a velocidade final. Saúde não falta.
A transmissão é dada por um câmbio de 5 marchas da versão 1,6 l com diferencial traseixos da versão 1,4 l para deixar as respostas sempre na ponta dos dedos e na sola do pé. A embreagem é da versão 1,6 l e tem segurado bem o tranco. A suspensão ficou inalterada, mas as novas rodas da versão S/R montadas em bons pneus Goodyear GPS3 de medidas 175/50 R13 deixaram o carro visualmente mais interessante e com melhores respostas ao volante.


O carro, embora em boa parte original, tem uma excelente estabilidade e tração. Posso dizer até que é um “sleeper”, já que a aparência de placa preta esconde a gana que o motor 1,8 l tem. Os próximos Up’s para o carro são um novo carburador. Estamos estudando as opções para manter a aparêcia e suprir a necessidade de alimentação, já q o H34 sofre um pouco para dar conta do motor em alta e limita um pouco os resultados. O ideal seria uma Webber 40mm mas ai seria complicado disfarçar. Veremos…
O freio também é algo que estamos estudado. Os originais de discos sólidos e tambores não são suficientes para segurar o carro, que se mostra muito dianteiro em frenagens mais fortes.
Agora com motor 1,8 l, se comporta muito bem em baixa, sobra torque em todas as rotações, mas com pé embaixo e giro alto é que ele acorda e empurra com força o pouco peso do carro (cerca de 820kg)



O volante original deu espaço a um modelo da época de seu lançamento, revestido de couro, enquanto o rádio AM/FM Bosch foi modificado para aceitar uma entrada auxiliar. Ligado a ele um par de triaxiais de seis polegadas instalados nos forros traseiros garante a trilha sonora nos passeios de final de semana. Os demais acabamentos permanecem fiéis e em ótimo estado.

Com a diversão e a felicidade asseguradas, o atual proprietário está bastante satisfeito com o atual estágio do carro. Lógico, uma coisa ou outra ainda vai ser alterada: carburação, acerto de suspensão, freios melhorados ,etc.
É como lapidar uma jóia rara. Com tempo, paciência e dedicação os resultados vão aparecendo e os objetivos vão sendo atingidos, tornano o final da história destes dois Chevettes finalmente feliz.





Rafa tá numa fase "Chevas"…
Parabéns ao proprietário pelo carrinho.
verdade haha, semana dos Chevas no Jalop
hauhauhauahua
Um é praticamente complemento do outro. As histórias se entrelaçam!!!
Não tinha como ser diferente.
Muuito show o Chevetinho. Trabalho de 1º, feito com carinho de pai pra filho. Gostaria de ver esse hatch num track day mostrando toda a sua saúde revigorada !!!
Essas matérias de HIstórias são as melhores EStórias que rolam por aqui.
"6,56 cv/kg" Cacete, acho que nem Dragsters chegam nessa relação…
Houve um equívoco, o certo é 6,56 kg/cv, e não o contrário, senão o Chevettinho teria mais de 5.000 cv!!
Isso que pensei na hora erraram nas unidades de medida
Realmente galera, desculpem. Houve uma "falha no engano".
Já corrigi as unidades de medida.
Álcool e direção não combinam. Álcool e um teclado de pc tb não.
nós aqui de madrugada, acessando o Jalopnik de meia em meia hora (vicio) sabendo q nao vai encontrar nada novo essa hora e de repende, RAFA4FUN *—* uashuahsuahsuahsuahsuhasas
[2]
Bom saber que não sou o único madrugueiro aqui.
3
Mas em relação ao carro, está bem legal. Eu e meu irmão temos um Chevette, "igual" esse, (é o o hatch e vermelho, mas está bem mais feio, haha). E vou dizer, é um carro muito divertido de se dirigir, por ser curto ele tem muita agilidade, e como só dirigimos em fazenda (na época que ganhamos eu tinha 16 anos e meu irmão 14) a diversão era garantida com escapadas, esse bloco mesmo sendo 1.4 parece meio pesado, e carro antigo, motor na frente, não tem outra, a cada curva na terra eu me sinto de Camaro, haha…
Esse aí, preparado desse jeito, com mais que o dobro de potencia, deve ser muito divertido mesmo…Só para comparação, um Civi Si tem relaçao peso potencia de 6,9kg/cv, e esse Chevette de cerca de 6,8kg/cv, just saying…
Ainda sim, o Chevas deve arrancar melhor graças a tração traseira, só deve perder lá para os 120 por conta da aerodinâmica.
Com certeza, mas não só pela aerodinamica, mas relação peso potencia da aceleração, pra ter final tem que ter potencia bruta mesmo, é só ver por exemplo um duelro entre o Seven e um GT2 RS. Ou um Veyron com uma moto 1000, a relação da moto é mais que 2X melhor que do Veyron, mas o Veyron da muito mais final…
O Problema do Chevas para final é a relação do diferencial que é curta
Adorei a cor, mas o para-choque traseiro não está muito em cima? Agora, vão levar o Chevas para um track day?
Acho que esta não é a intenção, Paulo.
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Muito legal!! Esse chevette deve dar uma boa diversão em Track days hein…
Só me desculpe-me o fotografo, mas em algumas fotos a luz está muito forte, a cor do carro esta "berrando", impossibilitando de admirar mais detalhes do carro….
No Resto ta legal! parabéns.
Caramba em Rafa, tá cada dia melhor as reportagens dos nacionais preparados com esmero pelo pessoal. Bom saber que ainda existem pessoas de bom gosto nesse Brasil forrado de xuneiros e amantes de i30…."O melhor do mundo…."
Nossa, ja tinha gostado do preto e tinha comentado que eu fui muito pra praia com um tio que tinha um desses só que vermelho, agora mostram esse impecavel, muito legal. Sempre gosto de ver os poucos chevas inteiros que não foram manolizados e esse 1.8 é sem duvida um sleeper, quero ver o resto da história como ele vai ficar pois está sendo feito um belissimo trabalho.
Chevettinho top, ainda terei um desses..
Ps.: Coloca uma DFV 446, é chata de regular e tal, mas mantém a apariência original, não chama a atenção como as Weber..
A DFV é um boa opção, mais vai desperdiçar muito combustível, ela e boa pra motores acima de 2.0 litros. Eu acho que a melhor opção ai é um SU Strongest dos Dodge Polara !
Foda é regular(e manter regulado) um SU
Trabalho por trabalho de regular, monta logo a Weber. Desafio qualquer um que não seja um gearhead a:
1. Encontrar a Weber e;
2. Dizer que não é original.
E mesmo que não seja original, é preparação de época. Vale muito!
que animal… deve ser um "T" de carro pros passeios relaxantes de final de semana. Além de que, com uma preparação dessas voce fica muito sussegado com relação a durabilidade e manutenção!
Nda muito exagerado e muito melhor do que apenas um carro rebaixado com rodas bonitas!
2 hatchs que me deixaram com inveja dos proprietários!
Quantos kgfm de torque? Se a suspensão do Chevette fosse melhor seria o nacional perfeito para Drifting, claro, sem esquecer que a original dele tem por vantagem nunca deixar que a cambagem entre as rodas se altere.
O negocio é sair comprando chevette. Talvez daqui uns anos se tornem os futuros queridinhos por reunirem alguns quesitos importantes: tração traseira+baixo peso+facilidade de preparação ou adaptaçoes mecanicas+ o fato de que meu avô ou meu tio ou meu pai…ou sei la quem teve um (isso gera um valor historico, um certo romantismo).
Já garanti o meu, um tubarão 1974. Quem sabe um dia apareça aqui no Jalop.
Vou comprar um tubarão e fazer um engine swap com um V6 vortec
C20XE turbo. Muuuuuito melhor. Se lembre do peso do Vortec
Sou da galera dos aspro. Um C20XE bem preparado girando a 8 mil rpm… aiaiai… que som lindo e combinaria com o Chevas. me arrisco a dizer que o C20XE pesa o mesmo que um motor Chevas original.
Ah…vc é dos aspro? Então sonhemos diferente. Imagine um C20XE com:
ITBs verticais com um scoop no capô pegando ar direto – scoop "air box" pegando as ITBs e fexando tudo aparecendo fora do capô por um furo no mesmo, bem shaker hood msm
Cabeçotão feito ao extremo com tudo que se tem direito – valvulas maiores, as de escape com nucleo de sódio, as de add de titanio, molas duplas, pratinhos de titanio, 5angulos, comandos gringos assimétricos montados em polias regulaveis de responsa, dutos abertos, sedes feitas, equalização do diametro dos dutos com o diametro dos coletores e equalização do fluxo entre os dutos…TUDO QUE SE PUDER COMPRAR
Escape full titanium com fita de amianto até depois da caixa
Injeção com FuelTech FT400 regulada "na veia" com 4 injetores originais na baixa e mais 4 Ford Racing montados na cara das borboletas entrando só à partir de 4kRPM e jogando etanol goela abaixo.
Bomba de óleo externa 4estágios, bomba dágua alétrica, bomba de comb MagnaFuel.
Equalização de peças – bielas, pistões, pinos e valvulas.
Balanceamento de todas peças móveis – vira, polias, platô, disco,etc.
Será que sai mais de 200Hp?
A que ponto chegamos:
Até os chevetinhos tem mais charme e estilo que os carros atuais feitos aqui no Brasil.
Quem diria…
Bacana, isso mostra que o motor do Chevette pode receber uma boa preparação. Apesar de que eu gostaria de colocar uma mecânica GM 2.0 (não tenho certeza se 8 ou 18 válvulas), até o pequeno 1.4 pode render bons números…
Deve ficar legal mesmo, mas acho que aí não rola placa preta.e
(modo brasileiro on)
mas ninguém precisa saber que o motor foi trocado, hehe
Simplesmente show de bola!
Esse Chevettinho deve dar trabalho a muito carro novo e deixar seus donos morrendo de vergonha nas arrancadas de semáforo. Baixo peso tração traseira motor valente… Deve, realmente, ser um belo brinquedo.
É difícil de se ver um impecável como esse, imagina 2 então. Melhor ainda, os 2 com temperos especiais. Parabéns!!
Tá vendo a diferença entre o "preparador" do chevas preto e o PREPARADOR desse aki?
Outro nível.
Mas aí é covardia. Arrisco dizer que o Sr. Iost era o melhor preparador DO MUNDO em se tratando desses motores de Chevas. O cara era um monstro!
Nem digo questão de covardia. Cada um tem seus méritos, afinal, são preparações buscando resultados completamente diferentes, para carros diferentes, para proprietários diferentes.
Nem tudo em uma preparação exige enormes taxas de fluxo,válvulas imensas e câmaras lisas iguais bunda de bebê.
Por melhor que seja o trabalho do Sr. Iost, e isso é indiscutível, o trabalho de preparação dos dois Chevettes merece abordagens distintas.
O vermelho é bem mais forte que o preto e o tipo de preparação também.
No preto buscou-se muito mais um carro equilibrado, com aptidões para uso diário e em cidade, com boa dose de potência, sem esquecer da economia. Um cabeçote lisinho como bunda de bebê, válvulas imensas e um comando monstruoso tornariam os passeios ligeiramente mais cansativos. O cabeçote deste é de 1.6L, mais rugoso e que privilegio o torque à potência.
No vermelho a busca por potência era um pouco mais inquietante, tanto é que foi feita uma preparação inicial e o proprietário quis mais pouco tempo depois. O cabeçote foi enviado para o Sr. Iost por conta de sua experiência e capacidade "mágica" de transformar peças simples em verdadeiras obras de arte. O trabalho executado é sem dúvida muito bom, mas não desmerece em nada a preparação anterior ou mesmo o trabalho de outro profissional que sabe bem equalizar um motor para que funcione de forma perfeita. Neste, o cabeçote é de 1.4L com desenho que favorece potência à torque.
Cabeçotes amplamente preparados requerem boa dose de experiência, tempo e paciência para serem esculpidos. Neste caso, ninguém melhor que um especialista dedicado para fazer com que a obra tome forma.
Abs!
Mas a questão inicial do meu comentário provocativo não diz respeito à preparação feita em ambos os kbçotes.
Oq realmente interessa é que no chevas preto, o dito "preparador" mostrou não saber nada sobre motores OHC, qnd o substituiu p/ um kbçote 1.6.
Se ele soubesse um pokin sobre esses motores, jamais cometeria tamanha heresia, haja visto q o kbçote 1.4 possui um fluxo 20% maior q o 1.6 , ambos originais.
Não entraria no mérito da preparação feita em ambos os kbçotes do 2 carros citados, pois aí sim faria sentido o teu cometário Rafa, mas q o "preparador" do chevas preto pisou na bola, ah isso ele fez sim.
Show de Chevette, parabéns ao proprietário por manter dois Chevettes impecáveis desse jeito.
Nossa, simplesmente impecável! Mas… Will It Blend? 8D
Nota 10 para esses Chevettes.Sou suspeito de falar, pois tive 02 Marajós…OOOO carrinho gostoso de dirigir.Na minha segunda, coloquei molas e amortecedores da Chevy500, e o motor 04 cilindros de Opala.Ficou muito bom, e sem muitas adaptaçoes!
lindo
Nossa, que lindo este Chevette.
Sou amante de Fuscas, mas tenho uma admiração muito grande pelo Chevette, gostaria um dia poder dirigir um destes modelos hatch. O dono desta máquina está realmente de parabéns.
Porém uma dúvida me veio à cabeça, esta placa preta não está irregular? Me desculpem se eu estiver errado, mas este Chevette não deveria ter distribuidor comum ao invés de ignição eletrônica. Como não entendo muito de Chevas, deixo para os amigos me responderem se é ignição ou distribuição.
Não quero condenar ninguém, este carro está impecável e lindo. Mesmo que esteja correto com ignição, isto me lembra de um assunto que acho que daria uma boa discussão aqui:
Placas pretas irregulares. Os que acompanham antigos mais assiduamente sabem que hoje está bem complicada esta situação. Ia ser bem bacana fazer um post sobre isto.
Abraços amigo!!
81 a ignição era opcional…
Não gosto de Chevette, mas nesse caso eu abro uma excessão
muuuuuuuito bonitinho. um ótimo carro urbano, com capacidade pra fazer umas boas viagens de fim de semana.
Lindo o carro!! Parabens!!
Grande frase da vovó.
Simplesmente sensacional!
OUTRO CHEVETTE?? JÁ CHEGA NÉ????
Já tive um chevetinho 74 vinho (fui o terceiro dono, Ricardo Alegria foi o segundo), era muito bom, super economico, quebrei o diferencial duas vezes dando cavalo de pau. Até hoje arrependo de ter vendido, até hoje tenho saudades do chevetinho na br, todo fim de semana entre anápolis e brasília nos idos de 89-90. Ah! claro, não era hatch..
Bruno, mas foi o que eu disse: A busca do Chevette preto era por mais torque e um funcionamento mais linear. O cabeçote do 1.6 favorece mais essa relação do que o cabeçote do 1.4.
Já no vermelho a busca era por mais potência e um torque um pouco mais plano por conta da preparação mais pesada, por isso optou-se pela utilização do cabeçote de 1.4 que possui maior fluxo.
Não vejo como "saber ou não saber", mas neste caso foi mais uma questão de escolha e preferências. Um cabeçote liso e de alto fluxo não ajuda muito em torque, mas joga a potência lá em cima. Um mais restrito, mas bem trabalhado faz o torque aparecer mais cedo, tornando a utilização na cidade menos estressante.
São propostas diferentes, cara. O Preto é usado mais na cidade e pequenos passeios. O vermelho gosta mais de alongar as patinhas na estrada e ambos tem seus méritos.
O Rafa, tenho 2 pautas legais p/ vc.
Uma é sobre a Turismo 5000, categoria c/ carros V8 que corriam no anel externo de Interlagos nos anos 80. Foi o mais próximo da Nascar q já tivemos aki no Brasil.
E outra é sobre o Camel Trophy, a competição Off-Road mais difícil inventada pelos seres humanos, que faz do Rallye Dakar um verdadeiro passeio no shopping…rss.
Oq acha?
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Nunca fui a fundo em nenhuma das duas competições e nunca "vivi" nenhuma delas. Quando elas aconteceram eu tinha menos de 10 anos de idade, mas certamente será um prazer destrinchá-las.
Para mim, que só vou andar na cidade e pegar estrada de vez em nunca, o Preto está mais no estilo. desse vermelho gostei mai do volante e do rádio com entrada auxiliar. Mas no geral gostei mais do preto. Se bem que qualquer um dos dois me deixava feliz!
oh my lord, 820 kg! relação de 6,56 kg/ cv! acho q da pra dizer: CHUUUUPA, VELOSTER!!!!!
Estes posts só me deram vontade de montar um chevette hatch preto ou vermelho. Só não penso em deixar a mecânica toda original. Prefiro dar uns upgrades nele a medida que a vontade por mais veneno se tornar maior. Uma coisa que faço questão é deixar toda a estética como se fosse original ou perto disso.
Lindo
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