Primeiras impressões: Ford Shelby GT500 2013
662 cv! O Ford Mustang Shelby GT500 2013 é um carro absolutamente insano, essa é a verdade. É uma quantidade absurda de potência, um nível imenso de engenharia, e uma relação preço/potência inigualável. O mais estranho é que minha única reclamação é como tudo isso parece sensato.
Permita-me esclarecer as coisas. Chamar um carro de insano não é um insulto, de modo algum. A quantidade de tecnologia colocada nesse carro é impressionante. O V8 de série mais potente de todos, um novo cardã de fibra de carbono, seis sistemas de arrefecimento independentes, aquele compressor enorme, um conjunto de suspensão muito bem projetado (mesmo que use o velho eixo rígido, do qual falarei mais adiante), consumo razoável, e por aí vai. Muita gente gastou muito tempo na engenharia desta excepcional máquina. Esta não é a parte insana.
A parte insana é a razão pela qual este carro tem tanta engenharia aplicada. Todo esse trabalho, toda a tecnologia e desenvolvimento e testes possuem apenas um motivo: fazer um velhinho feliz.
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Pneus diagonais dos sonhos para o seu muscle original
Antes de mais nada, amplie a foto aí em cima e olhe bem para os pneus. Babe na elegância do desenho da banda de rodagem e do letrado branco em fontes pequenas. Perceba como os flancos (laterais dos pneus) são lisos e rígidos – a área próxima ao solo não fica achatada como nos radiais.
Para um muscle car original, destes que desfilam com placa preta, não há nada mais elegante que um jogo de pneus diagonais period correct. Mas eles ainda são fabricados? Ou estes loucos andam com pneus velhos e ressecados? Tem no Brasil? Como é dirigir um carro com borrachudos deste tipo? Veja tudo aqui – com direito a uma galeria ao melhor estilo car porn.
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A arte do burnout, por Simon Davidson
Motor berrando, carroceria estática, pneus girando à toda… cheiro ardido na atmosfera, fumaça, muita fumaça… O burnout é a técnica que pilotos de arrancada usam para amolecer o composto de seus pneus e misturá-lo bem ao VHT (lembra deste post?) – mas é também usado como fonte de entretenimento de todo entusiasta que possui algo de redneck correndo em suas veias.
É um espetáculo sonoro, mas mais do que isso, visual. Nada mais justo que ter um fotógrafo apaixonado pela fumaceira automobilística. Com vocês, o neo zelandês e morador da Austrália (onde mais…) Simon Davidson.
Seria este Chevy Nova o maior sleeper da história?
Você já viu sleepers antes (e talvez não tenha reparado). Carros que parecem algo que a vovó usaria, mas que andam como algo que fariam a Dercy ressuscitar para elogiar com uns bons impropérios. Este Nova 1972 parece um cupê acessível de quarenta anos, e um bem tranqueira. Mas olhe mais de perto. Em especial, sob o capô.
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O primeiro Corvette V8, e um descendente muito especial
Corvettólogos sabem que a primeira geração do Vette não era um muscle car, e sim um roadster ao melhor estilo europeu. Sob o capô de fibra de vidro havia um seis-cilindros, batizado de “Blue Flame”. Mas em 1955 as vendas estavam em baixa. O Corvette precisou de uma transfusão e sobreviveu para contar sua história.
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Este Shelby GT500 bateu com tanta força que o motor foi arremessado e atingiu outro carro

Uma americana de 33 anos bateu seu Shelby GT500 2009 com tanta violência que o teto praticamente se desintegrou, o agregado dianteiro foi destacado do carro e o motor foi arremessado. O enorme V8 foi atingido por um Acura, causando outro acidente. Todos sobreviveram.
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Um Maverick GT V8 laranja nunca é demais
Essa é para quem ficou elogiando o Maverick que apareceu no post do Bellote sobre o encontro de carros antigos em Águas de Lindóia: uma seleção de fotos só com o agente laranja. E com algumas informações adicionais sobre a preciosidade.
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Será este o maior cemitério de Mustangs do mundo?

Este é o maior ferro-velho de Mustangs clássicos do mundo (ao menos é o que parece). Temos certeza de que nunca vimos tantos pony cars decrépitos apodrecendo em um só lugar como nesse imenso ferro velho
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Outros estereótipos e preconceitos que precisam acabar
Estereótipos são uma forma natural de distinguir grupos, seja por seus hábitos, suas preferências ou suas origens. Muitos até fazem piada com eles – o que é divertido até certo ponto em que a segregação ou o preconceito prevalecem sobre a camaradagem e o direito dos outros e eles se tornam ofensivos. No meio automotivo não é diferente: basta que seja identificada alguma preferência, comportamento ou estilo de vida específicos para que as piadinhas e “verdades incontestáveis” que não passam de especulação apareçam e logo criem raízes. Com a internet, isso acontece ainda mais rápido.
Na semana passada publicamos uma lista de estereótipos automotivos que precisavam acabar, feita por nossos camaradas do Jalopnik US. Agora selecionamos dez preconceitos brasileiros sugeridos por vocês.
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Camaro RS/SS: um passeio no clássico musculoso
Falar em muscle car é falar em John DeLorean. Em meados da década de 60 ele trabalhava na Pontiac e teve a idéia de criar algo com estilo, potência e conseqüentemente brutalidade de sobra. Três qualidades dessas máquinas que nos fascinam até hoje.
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SRT Viper 2013: renderizado de acordo com um brinquedo

Vocês já devem estar sabendo do Hot Wheels que supostamente revelou as formas do Viper 2013, mas qualquer um que tenha visto a foto em um computador feito depois de 1990 deve ter ficado decepcionado com a qualidade da imagem. Bem, nós também ficamos, mas ao contrário dos outros sites nós não achamos legal publicar aquele borrão, e por isso decidimos fazer algo mais legal.
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V8 a mais de 8000 rpm = mágica!
Quem já acelerou pra valer um Civic Si sabe a mágica que é chegar às 8 mil rotações por minuto. Qualquer motor – quatro, seis, oito, dez, doze, em linha ou em “V” – berra pura música mecânica quando o conta-giros está próximo à linha vermelha. Motores aspirados precisam girar muito para gerar potência, e esse é um dos motivos pelos quais eles roncam mais bonito que os turbinados – cujo sistema de escape também acaba abafando um pouco o ronco.
Mas e quando temos um motor aspirado grande – com cerca de cinco litros – berrando rotações dignas de um Civic Si? E mais, e se este motor não pertence à Nascar atual ou ao BMW M3 moderno, mas sim, a um Mustang 1966, a um Camaro 1967, um Corvette 1965? Bem, meu amigo, aí é quando temos aquilo o que chamamos de mágica.
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Pontiac Trans Am: o carro preferido do Burt Reynolds
Quem tem mais de vinte anos, talvez trinta, vai se lembrar com saudade de um filme que era exibido diversas vezes na “Sessão da Tarde”. Uma dica? “Bandido” e seu carro preto fugindo de um xerife trapalhão. Essa fórmula fez sucesso nos Estados Unidos, e por aqui também.
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Chrysler pensa em substituir o Dodge Challenger por um novo Barracuda

Com as mudanças dos principais concorrentes do Dodge Challenger previstas para 2015 (estamos falando de Camaro e Mustang), a Chrysler estaria projetando algo novo para substituí-lo. Mas não espere o retorno da Plymouth, nem outro carro retrô. O designer Ralph Gilles pretende criar um Barracuda a partir do zero.
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Grabber Olds: um muscle car para disputar o Baja 1000

Quando se fala em Baja 1000 é inevitável lembrar de Fuscas modificados e buggies insanos construídos para cruzar as areias da Baja Califórnia, no México. É por isso que você jamais imaginou ver um Oldsmobile 442 com pneus de terra e suspensão reforçada para um rali no deserto. Quem disse que muscle cars servem só para arrancadas?
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