Helena Soares, a musa-piloto que promete vencer o Rally dos Sertões

Ela foi criada à base de carros. Aos 15 anos, voltou para casa dirigindo um ônibus. Aos 25, começou a participar de ralis. Hoje disputa competições de velocidade e cross-country, deixando muito marmanjo constrangido para trás. E como você já deve ter percebido, é uma gata de nível pantera que faz suar frio qualquer um que entende do assunto. Que assunto? Os ralis. Ou as mulheres. Talvez os dois. Nossa, fiquei confuso…
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Já imaginou levar para casa um campeão dos Sertões?

É isso mesmo que você leu no título no post. A equipe MEM Motorsport está colocando à venda três de seus bólidos, protótipos Sherpa capazes de percorrer 5 mil quilômetros de trilhas sem pedir arrego. Não conseguimos imaginar um jeito melhor de iniciar uma carreira nos ralis.
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A segunda aventura do motoboy que desafiou o Rally dos Sertões

Atendendo a pedidos, aqui está o relato (sempre divertido) da segunda aventura de Marcos Martines Neto, nosso Bill Caswell tupiniquim, dessa vez metido numa exaustiva corrida de 5 mil quilômetros entre São Paulo e Natal (RN).
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A história do motoboy que desafiou o Rally dos Sertões

No já distante ano de 1996, certas coisas não pareciam tão impossíveis. Por exemplo, um motoboy disputar um dos maiores e mais difíceis ralis do mundo – e sobreviver para contar como foi. O que você vai ver a seguir é um relato entusiasmante, inspirador e absurdamente engraçado a respeito dos desafios e das vontades que alimentam os esportes a motor.
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A loucura dos pilotos de moto em ralis

Aquele papo clichê de que “bons tempos em que o sexo era seguro e o automobilismo perigoso” não vale para as categorias sobre duas rodas. Pegue o rali Dakar, por exemplo, e sua legião de pilotos de moto que pagam com a vida a chance de disputar a mais difícil das competições. Para os que valorizam o risco e o desafio da velocidade ante o perigo, os motociclistas que participam de ralis cross-country só podem ser classificados de uma única forma: verdadeiros fodões.
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As máquinas favoritas no Rally dos Sertões

Não sei quanto a vocês, mas no que se refere a ralis e turismo, tendo a torcer ou me interessar mais por carros do que por pilotos. Isso vale para o Grupo B, para o WRC, e para os Sertões também. A edição 2011 dessa vez não conta com a presença estelar dos VW Touareg, mas há uma vantagem nisso: a briga entre as equipes nacionais ficou forte e equilibrada.
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Boas lembranças do Rally dos Sertões

Vamos ser sinceros: a menos que você seja um estudioso de tangências off-road em slow motion ou aspirante a navegador, assistir um rali pela TV não é das coisas mais emocionantes no mundo. Dependendo da prova, não há ultrapassagens, apenas uma corrida contra o relógio, como num sábado na Fórmula 1.

Já acompanhar a caravana de um rali dessas dimensões – 4.200 quilômetros em dez dias na edição atual – é uma das coisas mais legais que se pode fazer no Brasil – fora disputar a corrida de fato, claro.
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